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quinta-feira, 21 de abril de 2011

FÉRIAS





Lá estava eu com minha família, em férias,


num acampamento isolado

e com o carro enguiçado.

Isso aconteceu há 5 anos, mas lembro-me

como se fosse ontem. Tentei dar a partida no carro. Nada.

Caminhei para fora do acampamento e,

felizmente, meus palavrões foram abafados

pelo barulho do riacho.

Concluí que era vítima de uma bateria arriada.

Sem alternativa, decidi ir à pé até a vila mais próxima e procurar ajuda.

Depois de uma hora e um tornozelo torcido,

cheguei, finalmente, a um posto de gasolina.

Ao me aproximar do posto, lembrei que era domingo e, é claro, o lugar estava fechado.

Por sorte havia um telefone público e uma lista telefônica já com as folhas em frangalhos.

Consegui ligar para a única companhia

de socorro que encontrei na lista, localizada

a cerca de 30km dali.

Não tem problema, disse a pessoa do outro

lado da linha. Normalmente não trabalho aos domingos, mas posso chegar aí em mais ou menos meia hora.

Fiquei aliviado, mas, ao mesmo tempo, consciente

das implicações financeiras que essa oferta

de ajuda me causaria.

Logo seguimos, eu e o Zé, no seu reluzente

caminhão-guincho, em direção ao acampamento.

Quando saí do caminhão, observei, com espanto, o Zé descer com a ajuda de muletas para se locomover.

Santo Deus! Ele era paraplégico!!!

Enquanto ele se movimentava, comecei, novamente, minha ginástica mental de calcular o preço da sua ajuda.

- É só a bateria descarregada, uma pequena carga elétrica e vocês poderão seguir viagem, disse-me ele.

O homem era impressionante. Enquanto a bateria carregava, ele distraiu meu filho com truques de mágica e chegou a tirar uma moeda da orelha, presenteando-a ao garoto.

Enquanto ele colocava os cabos de volta no caminhão, perguntei quanto lhe devia.

Oh! nada - respondeu ele, para minha surpresa.

- Tenho que lhe pagar alguma coisa, insisti.

-Não, reiterou ele. Há muito anos atrás, alguém me ajudou a sair de uma situação muito pior.

Foi quando perdi minhas pernas e a pessoa que me socorreu, simplesmente disse:

- Quando tiver uma oportunidade “passe isso adiante.”

- Eis a minha chance... Você não me deve nada! Apenas lembre-se: quando tiver uma oportunidade semelhante, faça o mesmo...

“Somos todos anjos de uma asa só,

precisamos nos abraçar para alçar vôo.”



Tenha um lindo dia!!!



POR ROGERIO ALVES GODOY

CUIDEM DOS NOSSOS VELHINHOS





"Principal causa da confusão mental no idoso" - Dr.Arnaldo Lichtenstein, médico

Sempre que dou aula de clínica médica a estudantes do quarto ano de Medicina,

lanço a pergunta:

- Quais as causas que mais fazem o vovô ou a vovó terem confusão mental?

Alguns arriscam: *"Tumor na cabeça".

Eu digo: "Não".

Outros apostam: "Mal de Alzheimer"

Respondo, novamente: "Não".

A cada negativa a turma se espanta... E fica ainda mais

boquiaberta quando enumero os três responsáveis mais comuns:

1. diabetes descontrolado;

2. infecção urinária;

3. a família passou um dia inteiro no shopping, enquanto os idosos ficaram em casa.

Parece brincadeira, mas não é. Constantemente vovô e vovó, sem sentir sede,

deixam de tomar líquidos.

Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratam-se com rapidez.

A desidratação tende a ser grave e afeta todo o organismo. Pode causar confusão

mental abrupta, queda de pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos

("batedeira"), angina (dor no peito), coma e até morte.

Insisto: não é brincadeira.

Na melhor idade, que começa aos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água no

corpo. Isso faz parte do processo natural de envelhecimento.

Portanto, os idosos têm menor reserva hídrica.

Mas há outro complicador: mesmo desidratados, eles não sentem vontade de tomar

água, pois os seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem.

Conclusão:

Idosos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem reserva hídrica menor,

mas também porque percebem menos a falta de água em seu corpo. Mesmo que o idoso

seja saudável, fica prejudicado o desempenho das reações químicas e funções de

todo o seu organismo.

Por isso, aqui vão dois alertas:

1. O primeiro é para vovós e vovôs: tornem voluntário o hábito de beber líquidos. Por líquido entenda-se água, sucos, chás, água-de-coco, leite, sopa, gelatina e frutas ricas em água, como melão, melancia, abacaxi, laranja e tangerina, também funcionam. O importante é, a cada duas horas, botar algum líquido para dentro. Lembrem-se disso!

2. Meu segundo alerta é para os familiares: ofereçam constantemente líquidos aos idosos. Ao mesmo tempo, fiquem atentos. Ao perceberem que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro, ficam confusos, irritadiços, fora do ar, atenção. É quase certo que sejam sintomas decorrentes de desidratação.

"Líquido neles e rápido para um serviço médico".

(*) Arnaldo Lichtenstein (46), médico, é clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
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ROGERIO ALVES GODOY

VITÓRIA









Vencer os outros não chega a ser uma grande vitória.
Vitorioso é aquele que consegue vencer a si mesmo, combatendo seus vícios e controlando suas paixões, isso você.
A vitória sobre nós mesmos é muito mais difícil.
Ela requer mais coragem mais disciplina e mais decisão.
Mas se você não conseguir na primeira vez, tente de novo.
O simples fato de tentar de novo já será sua primeira vitória.
E não esqueça se tiver Jesus como o centro de sua vida, com certeza sua vitória é certa,



POR ROGÉRIO ALVES GODOY