SAIBA AS HORAS

Quem sou eu

Minha foto
INTELIGENTE E DECIDIDO...

SEMPRE QUE TIVER UM TEMPINHO ENTRE NESTE BLOG E DEIXE SEU RECADO.... ROGERIO AGRADECE

CLIC EM PLAY E OUÇA MUSICA ENQUANTO NAVEGA

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Valorize-se e cresça!








As coisas que você valoriza são as coisas que se tornam importantes em sua vida.



Você dá valor, você cria valor com sua atenção, seus esforços, seu comprometimento.



Dê valor ao seu trabalho e ele se tornará mais valioso.



Dê valor à sua casa e ela se tornará mais valiosa.



Dê valor à sua vida, à sua família, à sua fé, ao seu corpo e à sua mente – e todos eles se tornarão mais valiosos.



Dê valor às suas idéias e elas se tornarão mais valiosas.



Dê valor ao seu tempo e ele se tornará mais valioso.



O valor das coisas não é determinado por uma etiqueta de preço.



O valor de qualquer coisa é o valor que você dá a ela. Para o que você dá valor?



POR ROGÉRIO ALVES GODOY

"...a inveja mata o tolo" ( Jó 5:2 ).





Conta-nos uma lenda que duas águias voavam juntas.



Uma tinha muita inveja da outra porque esta conseguia voar mais alto e com muito mais elegância.



Sentindo-se inferior, a águia invejosa planejou vingar-se da companheira e começou a arrancar suas maiores



e mais fortes penas e atirar contra a outra, como flechas. Seria a sua desforra.



Mas não conseguiu atingir a outra águia porque esta voava muito mais alto.



Ao contrário desta, a perdedora, pela falta de suas penas, acabou enfraquecida e esborrachando-se no chão.



O sentimento mesquinho da inveja jamais trará qualquer benefício aos que o cultivam no coração.



O sucesso dos que estão ao nosso redor, em vez de gerar descontentamento e inveja deve ser um motivo



a mais de felicidade, por ver as conquistas dos amigos, e um estímulo para prosseguir em busca das nossas



próprias vitórias.



Deus tem seus planos para todos nós.



Todos nós temos talentos.



POR ROGÉRIO ALVES GODOY

DEUS CUIDA DE NÓS







As nossas forças são insuficientes para suportar e carregar o fardo pesado de nossas tribulações.

Muitas vezes não resistimos e caímos. Olhamos para os lados e para trás.

Não vemos ninguém que se interesse em nos ajudar.

Entretanto, se erguermos os olhos, veremos que existe alguém que se compadece de nós: O Senhor Jesus.

Ele conheceu de perto o sofrimento e suportou o peso de uma cruz que merecíamos pelos nossos pecados.

Ele conhece o ponto exato em que as nossas forças vão acabar e Se oferece para nos ajudar,

pedindo que lancemos a nossa carga aos Seus pés, e Ele nos susterá com a destra de Seu poder.

Infelizmente, muitos suplicam a sua ajuda, mas não a conseguem porque continuam agarrados às suas

preocupações e mergulhados em sua aflição ao invés de lançá-la sobre o Senhor Jesus.


POR ROGÉRIO ALVES GODOY

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

O ESPELHO....




Renato quase não via  a senhora com o carro parado no acostamento. Chovia forte e já era noite.
Mas percebeu que ela precisava de ajuda...


Assim parou seu carro e se aproximou. O carro dela cheirava a tinta, de tão novinho. A senhora pensou que pudesse ser um bandido. Ele não parecia seguro, parecia pobre e faminto...
  
...Renato percebeu que ela estava com muito medo e disse:

“Eu estou aqui para ajudar madame, não se preocupe. Por que não espera no carro onde está quentinho?
 
A propósito, meu nome é Renato”... 
...Bem, tudo que ela tinha era um pneu furado, mas para uma senhora de idade avançada era ruim o bastante. Renato abaixou-se, colocou o macaco e levantou o carro. Logo ele já estava trocando o pneu. Mas ficou um tanto sujo e ainda feriu uma das mãos...
...Enquanto apertava as porcas da roda ela abriu a janela e começou a conversar com ele. Contou que era de São Paulo e que só estava de passagem por ali e que não sabia como agradecer pela preciosa ajuda. Renato apenas sorriu enquanto se levantava...
 
...Ela perguntou quanto devia. Já tinha imaginado todos as terríveis coisas que poderiam ter acontecido se Renato não tivesse parado e ajudado. Renato não pensava em dinheiro, Gostava de ajudar as pessoas...
 ...Este era seu modo de viver. E respondeu: Se realmente quiser me pagar, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê para aquela pessoa a ajuda de que ela precisar e lembre-se de mim”...
...Alguns quilômetros depois a senhora em um pequeno restaurante simples, a garçonete veio até ela e trouxe-lhe uma toalha limpa para secar o cabelo molhado e lhe dirigiu um doce sorriso...
 
...A senhora notou que a garçonete estava com quase oito meses de gravidez, mas ela não deixou a  tensão e as dores mudarem a sua atitude...
...A senhora ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco, podia tratar tão bem a um estranho. Então se lembrou de Renato. Depois que terminou a sua refeição, e enquanto a garçonete buscava troco, a senhora se retirou...

...Quando a garçonete voltou  queria saber onde a  senhora poderia ter ido quando notou algo escrito no guardanapo, sob o qual tinha 4 notas de R$ 100,00...
...Correram lágrimas em seus olhos quando leu o que a senhora escreveu. Dizia:
- Você não me deve nada, eu já tenho o bastante. Alguém me ajudou hoje e da mesma forma estou lhe ajudando. Se você realmente quiser me reembolsar por este dinheiro, não deixe este círculo de amor terminar com você, ajude alguém...

...Aquela noite, quando foi para casa cansada e deitou-se na cama, seu marido já estava dormindo e ela ficou pensando no dinheiro e no que a senhora deixou escrito...
...Como pôde aquela senhora saber o quanto ela e o marido precisavam disto? Com o bebê que estava para nascer no próximo mês, como estava difícil...

...Agradeceu a Deus e virou-se para o preocupado marido que dormia ao lado, deu-lhe um beijo macio e sussurrou:
 
...Ficou pensando na bênção que havia recebido, deu um grande sorriso...
 
-Tudo ficará bem; eu te amo...
RENATO.
PENSE NISSO..
A VIDA É ASSIM...


UM ESPELHO..


TUDO QUE VOCÊ TRANSMITE VOLTA PRA VOCÊ!!
 
 
BOA NOITE...
 
POR ROGÉRIO ALVES GODOY
 


SOLIDÃO




Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo... Isto é carência.


Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... Isto é saudade.

Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos... Isto é equilíbrio.

Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida... Isto é um princípio da natureza.

Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... Isto é circunstância.

Solidão é muito mais do que isto.

Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma....



Francisco Buarque de Holanda
 
POR ROGÉRIO ALVES GODOY

sábado, 22 de janeiro de 2011

O VALOR DE UMA DONA DE CASA










Um homem chegou em casa, após o trabalho, e encontrou seus três filhos brincando do lado de fora,
ainda vestindo pijamas.
Estavam sujos de terra, cercados por embalagens vazias de comida entregue em casa.
A porta do carro da sua esposa estava aberta.
A porta da frente da casa também.
O cachorro estava sumido, não veio recebê-lo.
Enquanto ele entrava em casa, achava mais e mais bagunça.
Na sala de estar, a televisão ligada berros num desenho animado qualquer, e o chão estava
atulhado de brinquedos e roupas espalhadas.
Na cozinha, a pia estava transbordando de pratos; ainda havia café da manhã na mesa, a geladeira
estava aberta, tinha comida de cachorro no chão e até um copo quebrado em cima do balcão.
Assustado, ele subiu correndo as escadas, desviando dos brinquedos espalhados e de peças de roupa suja.
Será que a minha mulher passou mal? ele pensou.
Será que alguma coisa grave aconteceu?
Daí ele viu um fio de água correndo pelo chão, vindo do banheiro.
Lá ele encontrou mais brinquedos no chão, toalhas ensopadas, sabonete líquido espalhado por toda parte
e muito papel higiênico na pia.
A pasta de dente tinha sido usada e deixada aberta e a banheira transbordando água e espuma.
Finalmente, ao entrar no quarto de casal, ele encontrou sua mulher ainda de pijama, na cama,
deitada e lendo uma revista.
Ele olhou para ela completamente confuso, e perguntou:
Que aconteceu aqui em casa?
Porque toda essa bagunça?
Ela sorriu e disse:
- Todo dia, quando você chega do trabalho, me pergunta:
- Afinal de contas, o que você fez o dia inteiro dentro de casa?
- Bem... Hoje eu não fiz nada, FOFO !!!!


Donas de casa vocês valem muito, e eu tenho certeza que a dona de casa sabe que o marido pode não reconhecer, nem os filhos, nem as filhas, mas elas não fazem para elas, elas fazem por Cristo, porque no AMOR elas entendem que o verdadeiro valor não é financeiro,
muito menos amoroso, mas sim o verdadeiro amor.

POR ROGÉRIO ALVES GODOY

ADVOGADO DU BÃO!!



SÓ PARA DESCONTRAIR...






QUANDO ACABA A PACIÊNCIA...

Dizem que aconteceu em Minas Gerais , em Ubá, cidade onde nasceu o

genial compositor Ary Barroso.

Na cidade havia um senhor, cujo apelido era Cabeçudo. Nascera com

uma cabeça grande, dessas cuja boina dá pra botar dentro, fácil, fácil, uma

dúzia de laranjas.

Mas fora isso, era um cara pacato, bonachão e paciente.

Não gostava, é claro, de ser chamado de Cabeçudo, mas desde os

tempos do grupo escolar, tinha um chato que não perdoava. Onde quer que o

encontrasse, lhe dava um tapa na cabeça e perguntava:

Tudo bom Cabeçudo'?

O Cabeçudo, já com seus quarenta e poucos anos, e o cara sempre

zombando dele.

Um dia, depois do milésimo tapão na sua cabeça, o Cabeçudo meteu a

faca no zombeteiro e matou-o na hora.

A família da vítima era rica; a do Cabeçudo, pobre.

Não houve jeito de encontrar um advogado pra defendê-lo, pois o

crime tinha muitas testemunhas.



Depois de apelarem pra advogados de Minas e do Rio, sem sucesso

algum, resolveram procurar um tal de 'Zé Caneado', advogado que há muito tempo

deixara a profissão, pois, como o próprio apelido indicava, vivia de

porre.

Pois não é que o 'Zé Caneado' aceitouo caso? Passou a semana

anterior ao julgamento sem botar uma gota de cachaça na boca!

Na hora de defender o Cabeçudo, ele começou a sua defesa assim:

Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.

Quando todo mundo pensou que ele ia continuar a defesa, ele

repetiu:

-Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.

Repetiu a frase mais uma vez e foi advertido pelo juiz:

- Peço ao advogado que, por favor, inicie a defesa.

Zé Caneado, porém, fingiu que não ouviu e:

- Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.

E o promotor:

- A defesa está tentando ridicularizar esta corte!

O juiz:

- Advirto ao advogado de defesa que, se não apresentar imediatamente

os seus argumentos...



Foi cortado por Zé Caneado, que repetiu:

- Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.

O juiz não agüentou:

- Seu moleque safado, seu bêbado irresponsável, está pensando que a

justiça é motivo de zombaria? Ponha-se daqui pra fora, antes que eu

mande prendê-lo.

Foi então que o Zé Caneado disse:

-Senhoras e Senhores jurados, esta Côrte chegou ao ponto em que eu

queria chegar...

Vejam que, se apenas por repetir algumas vezes que o juiz é

meritíssimo, que o promotor é honrado e que os membros do júri são

dignos, todos perdem a paciência, consideram-se ofendidos

e me ameaçam de prisão..., pensem então na situação deste pobre homem,

que durante quarenta anos, todos os dias da sua vida, foi chamado de

Cabeçudo!

Cabeçudo foi absolvido e o Zé voltou a tomar suas cachaças em paz.



Mais vale um 'Bêbado Inteligente' do que um 'Alcoólatra Anônimo!



No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é,

e outras, que vão te odiar pelo mesmo motivo.

Acostume-se...

POR ROGÉRIO ALVES GODOY